sábado, 5 de julho de 2008

«A gente era obrigado a ser feliz,

Vem, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
No tempo da maldade acho que a gente nem tinha nascido»

14 comentários:

mike disse...

Ora aí está, não uma obrigação, mas um objectivo. Ser feliz. :)

fugidia disse...

Adoro esta música, Cristina :-)

mike disse...

Ah, era para dizer mais uma coisa... para se ser é preciso estar-se. Agora sim. :)

fugidia disse...

:-)
sim... para se ser é preciso estar-se... (o Mister está inspirado hoje :-p)

O Réprobo disse...

Para mim, a melhor canção do Chico e Deus sabe como ele tem outras boas.
Já a publiquei nas «Afinidades...», lembra? E nunca resisto a cantá-la no duche, mas isso é que não convém ouvir, mete medo ao susto.
Beijo, Querida Cristina

Cristina Ribeiro disse...

Mike, "pela lei" do João esse objectivo estava gravado como uma obrigação :)

Cristina Ribeiro disse...

Também eu, Fugidia; aliás, acho que gosto de todas as músicas do Chico Buarque, mais de umas do que de outras, claro :)

Cristina Ribeiro disse...

Pois, Mike...


Está inspirado, está, Fugidia :)

Cristina Ribeiro disse...

Que pena não arranjar maneira de pôr a gravação no «Afinidades»; acho que havíamos de gostar.
Beijo, Paulo

ana v. disse...

Eu, que não acredito em estados de felicidade permanente a não ser para os tontinhos, também acho que devemos fazer o que podemos para prolongar ao máximo os momentos felizes. São esses os que tornam a vida uma aventura deliciosa.
Ah, e o Chico Buarque contribui muito para a felicidade do mundo, com canções como esta!
;)

Cristina Ribeiro disse...

O Chico tem uma alma que transparece nas músicas, e quando assim é...

marilia disse...

Cristina:
Adoro essa música - e todas as outras - do Chico.
Acho até que sou chicólatra!!

Bem vinda lá por casa e volte sempre

Vou me dar a publicar semanalmente fotos de rapazer bem apessoados como o mr. Brando, já que nosso querido Réprobo se recusa a tanto...

Cristina Ribeiro disse...

Que bom, Marília.
Brandos, e outros afins, juntos com músicas destas, que nos deixam "quentinhas", são receita imbatível!

Once disse...

Querida Cristina .. eu que tal como a Ana também não acredito em estados de felicidade permanente nem tão pouco em pessoas constantemente bem dispostas .. acredito que valorizando o momento e eliminando da nossa existência quem de alguma forma nos prejudica a paz .. alcançaremos os tais momentos felizes que compensam um pouco os outros :)